Por ser um processo que mobiliza a empresa a escolher e constituir seu futuro, o planejamento estratégico exige uma análise interna e externa à organização que passa pelo entendimento das seguintes questões:
1. Saber identificar o negócio da empresa: Além de determinar o potencial competitivo, conhecer qual é o seu negócio, permite saber quem é o concorrente, ajuda a conquistar o mercado, orienta o treinamento de pessoal e onde fazer investimentos. É definindo seu negócio que voce vai entender o principal benefício esperado pelo cliente.
2. Missão da empresa: A missão da empresa deve traduzir uma necessidade permanente, é com ela que se vai dizer a que veio.Responder de forma simples: o que sua empresa faz? Como faz? E com qual responsabilidade social? Junte essas respostas de maneira coerente e voce terá definido a missão de forma clara e completa.
Para responder essas questões deve-se considerar quem é e onde está seu cliente, quem poderá vir a sê-lo, o que pode ser feito para mantê-los, o que eles compram e o que diferencia sua empresa das demais.A declaração de missão visa comunicar interna e externamente o propósito de seu negócio.
3. Qual a missão a ser compartilhada na empresa: Além de dizer a que veio, deve-se deixar claro para onde pretende ir. A visão estabelecida para sua empresa será uma projeção das oportunidades futuras do seu negócio, buscando uma concentração de esforços em sua busca.
Deve ser aglutinadora,clara, inspiradora,lembrando todas as pessoas da organização e recursos na efetivação do futuro visualizado.
4. Princípios que nortearam o negócio: Se a missão apresenta seu negócio e a visão dá a direção, os princípios da organização servem de referência na tomada de decisões e determinam posturas e atitudes das pessoas, criando uma linha de conduta.Para identificar que valores devem ser respeitados para se ter sucesso, lembre-se que eles devem ser mantidos mesmo em desvantagem competitiva, devem ser no máximo cinco, devem resistir ao teste do tempo e serem independentes do ramo de atividades.
Exemplos de valores: união, comprometimento, inovação constante, ética interna em suas relações com o mercado e satisfação do cliente.
5. Consiste em compreender as variáveis que afetam a performace da empresa.É importante ter em mente o tempo de planejamento estratégico em construção, se oito, cinco, dez anos.
Outras questões são: Perfil da clientela, concorrência, relacionamentos externos (distribuidores, acionistas, governo, comunidade, etc..). Onde se concentra o poder na cadeia de agregação de valor do seu segmento de atuação? Qual o posicionamento competitivo de sua empresa nesse contexto? Qual a competência competitiva da empresa?
É importante considerar qual é o seu negócio, para delimitar o ambiente, a ser analizado, a missão e os princípios para manter a concentração da análise.
Realizar análise de ambiente implica em considerar diferentes cenários futuros envolvendo implicações econômicas, sociais, legais, mercadológicas, tecnológicas, políticas e escolher aquele com maior possibilidade de ocorrência.Em seguida discorrer o resultado da análise registrando as ocorrências em dois grupos.
- Ambiente Externo:
Quais são as oportunidades( situações externas, atuais ou futuras, identificadas durante análise) que se podem influenciar positivamente no desempenho da empresa.
- Ambiente Interno:
São as caracteristicas ou qualidades da empresa, tangíveis ou não, que podem influenciar positivamente no desempenho da empresa.E as fraquezas identificadas que podem influenciar negativamente o desempenho da empresa.
- Estratégia Competitiva:
Estratégia é a forma escolhida pela empresa para alcançar suas metas.
A realidade externa considera os elementos do macroambiente dos relacionamentos e do ambiente competitivo que vão permitir à organização estabelecer seu escopo competitivo.
A realidade interna precisa considerar suas competências essenciais e distributivas ( competências que as tornam únicas), calcadas em sua visão e missão, de maneira a adequá-las ao escopo competitivo escolhido. A consideração dessas demais realidades permitirá que a empresa defina sua estratégia competitiva genérica, contida na possibilidade de liderança de custos, diferenciação ou enfoque.
Metas e Objetivos:
São compromissos específicos e mensuráveis com os quais será possível alcançar a missão.São formados por metas definidas a partir das oportunidades e forças identificadas na análise do ambiente. Se bem formuladas os objetivos devem ser convertidos em ações específicas, dando direcionamento aos diferentes níveis gerenciais da organização, estabelecem providências de longo prazo e facilitar o controle gerencial.Sempre que possível, devem ser estabelecidas quantitativamente: ''aumentar a taxa de retorno para quinze por cento em dois anos será um objetivo melhor definido para aumentar o retorno sobre o investimento."
Áreas que devem receber atenção especial em definição de objetivos, tais como:
- Inovação
-Produtividade
- Recursos Físicos e financeiros
- Rentabilidade
-Responsabilidade
-Performance Gerencial
- Produtividade
- Atitude Pessoal
- Responsabilidade Social
Carteira de Produtos:
A fase final do processo de formulação de um planejamento estratégico é a organização da carteira de produtos. Em geral, as empresas possuem portifólio de negócios, trabalhando em diferentes linhas de produtos.
O importante é identificar em qual estágio do ciclo de vida os produtos se encontram e decidir quais devem sofrer alguma intervenção, quais devem ser mantidos e quais serão eliminados, considerando todo o cronograma traçado durante o desenvolvimento do planejamento estratégico.
Implementação, Feedback e Controle:
O gerenciamento das ações e controle de prazos preestabelecidos será o desafio de empresários ou gestor de marketing responsável pelo processo. Desenvolver e implementar um planejamento estratégico exige acompanhamento constante dos movimentos de mercado, além do monitoramento e adequação das diretrizes definidas, fazendo ajustes para o alcance das metas e objetivos estabelecidos no planejamento.
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Teoria da Organização
Origens e organização do trabalho:
Tudo que o homem recolhia e caçava pertencia a todos e era repartido entre todos,a issa prática deu-se o nome de Comunal Primitivo
Matriarcado: Nicho social em que as mulheres decidiama sorte de todos e mandavam em todos na tribo.
As mulheres mantinham as tribos em tempos de escassez.
Na medida que foram se desenvolvendo as tribos se especializavam, umas em agricultura, outras em pecuária.O que deu origem a Divisão social do Trabalho.
Cada tribo era responsável pelo que produzia, portanto para a obtenção de alguns produtos era necessário o intercâmbio com as demais tribos.Surge assim, a Mercadoria.
Mercadoria: É todo artigo que se produz para a troca e venda, objetivando adquirir outro artigo que não se produz.
A divisão social ampliou-se e as pessoas se especializaram em:
Agricultura: Em grãos,hotaliças,etc...
Pecuária: Criação de ovinos, cavalos, bois, produção de leite.
Artesanato: Em olarias,produtos de couro, produtos de madeira.
Desta forma, as comunidades passaram a ser autosuficientes,produziam o que precisavam sem ter que trocar com outras comunidades.A esse período se denomina Economia Natural.
Economia Mercantil Simples: As pessoas trocam seus produtos por outros artigos.
Equivalente Geral:Mercadoria que servia de medida de valor para todas as demais mercadorias, visando facilitar o intercâmbio.Ex: Grãos, sal...
Com a técnica de produzir metais criou-se a moeda.
Tipos de Trabalho:
Concreto: É o esforço que o produtor emprega para produzir um artigo qualquer.Cria valor de uso da mercadoria.
Abstrato: São os esforços que várias pessoas, com diferentes meios de produção e habilidades empregam na produção de um produto.
Cria valor de troca de mercadoria.
Só permanece no mercado quem produz trabalho abstrato.
Com o desenvolvimento da economia mercantil o tempo passa a ter valor..Por isso a maior preocupação do produtor é produzir maior quantidade de mercadorias em menor quantidade de tempo.
Surge a produção de máquinas para diminuir o tempo na produção.Surge a Revolução Industrial.
Econimia Mercantil Capitalista: Economia em que prevalece a compra e venda da força de trabalho.
Extratos Emergentes:
Artesão: O produtor que começa e termina o procesoo produtivo de um determinado artigo.Ex: Sapateiro.
Operário: Produtor que intervém em uma pequena parte do processo produtivo para produzir um determinado artigo.
Semi-Operário: O operário que trabalha na fabrica ou em uma empresa agrícola durante o dia e pela noite, ou em alguns dias da semana se dedica a sua pequena empresa familiar e artesã.
Lumpen: Pessoa que não está envolvida em nenhum dos processos produtivos.Não trabalha e se o faz é eventualmente e quando lhe dá vontade.
Gestão de uma Organização Social(cooperativa,associação,sindicatos):
A----------> P
C----------> D
A- Análise
P- Planejamento
D - Distribuição
C - Controle
No caso de uma estrutura orgânica social complexa, os trabalhos de direção se resumem em quatro elementos:
Análise: Avaliação crítica dos fatos em mínimos detalhes.
Planejamento: Constitue o trabalho de hierarquizar a ação, e estabelecer critérios de prioridade para os fatos considerados fundamentais.
Distribuição: Repartição ou delegação às comissões, subcomissões ou a pessoas, das tarefas fixadas no planejamento.
Controle:Implica em comprovar o cumprimento das tarefas no prazo ou calendário permanente estabelecido pelo planejamento.
Classificação das Organizações Produtivas:
- Organizações de Luta: São aquelas que se propoem reividicar direitos e benefícios nos intitutos legais vigentes no país ou área de atuação.São organizações que atuam como instrumentos de conquistas sociais.Ex: Sindicato.
- Organização de Estabilização Social: São aquelas que buscam fazer uso dos direitos ou benefícios já conseguidos ou reconhecidos nos marcos sociais vigentes.Ex: Cooperativas.
Empresa ou Empreendimentos Produtivos
Empresa; É toda e qualquer ação realizada por várias pessoas e de forma organizada.
Podem ser:
- Militares
- Agricolas
- Industriais
- Comerciais
- De serviços, etc.
Tipos de Empresas:
Empresa Privada:
-Individual
-Associativa
Empresa Pública:
-Federal
-Estadual
-Municipal
Outros tipos de empresas:
- Sindicatos
- ONGs
- Associações Comunitárias
- Entidades Filantrópicas
Empresa Associativa: Planejamento Ascendente(de baixo para cima)
Empresa Tradicional Capitalista: Planejamento Descendente(de cima para baixo)
Empresas X Ameaças
- Inimigos da Empresa:
* Internos (unidade e disciplina)
* Externos
Graus de Consciência;
Consciência Ingênua: Identifica somente o problema.
Consciência Crítica:Identifica o problema e a causa do problema.
Consciência Organizativa: Identifica o problema, sua causa e define a solução para o problema.
Comportamentos decorrentes da formas artesanais de trabalho:
- Individualista: É oportunista acredita apenas no indivíduo e sempre o coloca superior a organização.Acredita no "cada um por si".
- Personalista: Sempre atribui para si os êxitos conseguidos ou os frutos de um empreendimento ou de uma ação.
- Espontaneista: Resistente ao planejamento dos trabalhos, prefere realizar tarefas que lhe são agradáveis ou convenientes e as realiza no momento que melhor lhe convier.
- Anarquista: Não controla, nem contabiliza os recursos, se irrita quando vê as coisas organizadas.
- Imobilista: Oportunista que nada faz, prefere viver apagado.
- Comodista: Tipo de oportortunista que procura sempre se acomodar ou está bem com todos, quando surgem situações conflitivas.
- Radical/Sectário: Sente-se incomodado pela aparente lentidão com que amadurecem as condições necessárias para a realização das ações fundamentais e decisivas da empresa.
- Liquidacionista: Procura liquidar ou suprimir uma ação que possa prejudicar seu interesse pessoal.
- Aventureiro: Nunca consulta a realidade na qual vai buscar a ação.
- Autosuficiente: Tem respostas para tudo, não discute, não tem dúvidas, não anota nada.
Mecanismos para combater os vícios das formas artesanais de trabalho:
- Vigilância: Deve ser praticada através da crítica, objetiva manter a unidade e a disciplina dos grupos.
- Crítica: Permite capacitar as pessoas, harmonizar a ação das organizações, objetivando alcançar maior rendimento no trabalho.
- Reunião: Mecanismo pelo qual se exercita o trabalho coletivo.
Preparação para a reunião:
O coordenador estabelece:
- Data
- Horário
- Local
- Pauta
- Convocatória
- Elabora informativo com balanço crítico
- Esboça o plano de trabalho.
Realização:
- Definição de coordenador, do secretário, e do cronometrista.
- Leitura e aprovação do IBC
- Discurssão e aprovação do IBC
- Elaboração do plano de trabalho( definição das atividades, distribuição das atividades e controle).
Tudo que o homem recolhia e caçava pertencia a todos e era repartido entre todos,a issa prática deu-se o nome de Comunal Primitivo
Matriarcado: Nicho social em que as mulheres decidiama sorte de todos e mandavam em todos na tribo.
As mulheres mantinham as tribos em tempos de escassez.
Na medida que foram se desenvolvendo as tribos se especializavam, umas em agricultura, outras em pecuária.O que deu origem a Divisão social do Trabalho.
Cada tribo era responsável pelo que produzia, portanto para a obtenção de alguns produtos era necessário o intercâmbio com as demais tribos.Surge assim, a Mercadoria.
Mercadoria: É todo artigo que se produz para a troca e venda, objetivando adquirir outro artigo que não se produz.
A divisão social ampliou-se e as pessoas se especializaram em:
Agricultura: Em grãos,hotaliças,etc...
Pecuária: Criação de ovinos, cavalos, bois, produção de leite.
Artesanato: Em olarias,produtos de couro, produtos de madeira.
Desta forma, as comunidades passaram a ser autosuficientes,produziam o que precisavam sem ter que trocar com outras comunidades.A esse período se denomina Economia Natural.
Economia Mercantil Simples: As pessoas trocam seus produtos por outros artigos.
Equivalente Geral:Mercadoria que servia de medida de valor para todas as demais mercadorias, visando facilitar o intercâmbio.Ex: Grãos, sal...
Com a técnica de produzir metais criou-se a moeda.
Tipos de Trabalho:
Concreto: É o esforço que o produtor emprega para produzir um artigo qualquer.Cria valor de uso da mercadoria.
Abstrato: São os esforços que várias pessoas, com diferentes meios de produção e habilidades empregam na produção de um produto.
Cria valor de troca de mercadoria.
Só permanece no mercado quem produz trabalho abstrato.
Com o desenvolvimento da economia mercantil o tempo passa a ter valor..Por isso a maior preocupação do produtor é produzir maior quantidade de mercadorias em menor quantidade de tempo.
Surge a produção de máquinas para diminuir o tempo na produção.Surge a Revolução Industrial.
Econimia Mercantil Capitalista: Economia em que prevalece a compra e venda da força de trabalho.
Extratos Emergentes:
Artesão: O produtor que começa e termina o procesoo produtivo de um determinado artigo.Ex: Sapateiro.
Operário: Produtor que intervém em uma pequena parte do processo produtivo para produzir um determinado artigo.
Semi-Operário: O operário que trabalha na fabrica ou em uma empresa agrícola durante o dia e pela noite, ou em alguns dias da semana se dedica a sua pequena empresa familiar e artesã.
Lumpen: Pessoa que não está envolvida em nenhum dos processos produtivos.Não trabalha e se o faz é eventualmente e quando lhe dá vontade.
Gestão de uma Organização Social(cooperativa,associação,sindicatos):
A----------> P
C----------> D
A- Análise
P- Planejamento
D - Distribuição
C - Controle
No caso de uma estrutura orgânica social complexa, os trabalhos de direção se resumem em quatro elementos:
Análise: Avaliação crítica dos fatos em mínimos detalhes.
Planejamento: Constitue o trabalho de hierarquizar a ação, e estabelecer critérios de prioridade para os fatos considerados fundamentais.
Distribuição: Repartição ou delegação às comissões, subcomissões ou a pessoas, das tarefas fixadas no planejamento.
Controle:Implica em comprovar o cumprimento das tarefas no prazo ou calendário permanente estabelecido pelo planejamento.
Classificação das Organizações Produtivas:
- Organizações de Luta: São aquelas que se propoem reividicar direitos e benefícios nos intitutos legais vigentes no país ou área de atuação.São organizações que atuam como instrumentos de conquistas sociais.Ex: Sindicato.
- Organização de Estabilização Social: São aquelas que buscam fazer uso dos direitos ou benefícios já conseguidos ou reconhecidos nos marcos sociais vigentes.Ex: Cooperativas.
Empresa ou Empreendimentos Produtivos
Empresa; É toda e qualquer ação realizada por várias pessoas e de forma organizada.
Podem ser:
- Militares
- Agricolas
- Industriais
- Comerciais
- De serviços, etc.
Tipos de Empresas:
Empresa Privada:
-Individual
-Associativa
Empresa Pública:
-Federal
-Estadual
-Municipal
Outros tipos de empresas:
- Sindicatos
- ONGs
- Associações Comunitárias
- Entidades Filantrópicas
Empresa Associativa: Planejamento Ascendente(de baixo para cima)
Empresa Tradicional Capitalista: Planejamento Descendente(de cima para baixo)
Empresas X Ameaças
- Inimigos da Empresa:
* Internos (unidade e disciplina)
* Externos
Graus de Consciência;
Consciência Ingênua: Identifica somente o problema.
Consciência Crítica:Identifica o problema e a causa do problema.
Consciência Organizativa: Identifica o problema, sua causa e define a solução para o problema.
Comportamentos decorrentes da formas artesanais de trabalho:
- Individualista: É oportunista acredita apenas no indivíduo e sempre o coloca superior a organização.Acredita no "cada um por si".
- Personalista: Sempre atribui para si os êxitos conseguidos ou os frutos de um empreendimento ou de uma ação.
- Espontaneista: Resistente ao planejamento dos trabalhos, prefere realizar tarefas que lhe são agradáveis ou convenientes e as realiza no momento que melhor lhe convier.
- Anarquista: Não controla, nem contabiliza os recursos, se irrita quando vê as coisas organizadas.
- Imobilista: Oportunista que nada faz, prefere viver apagado.
- Comodista: Tipo de oportortunista que procura sempre se acomodar ou está bem com todos, quando surgem situações conflitivas.
- Radical/Sectário: Sente-se incomodado pela aparente lentidão com que amadurecem as condições necessárias para a realização das ações fundamentais e decisivas da empresa.
- Liquidacionista: Procura liquidar ou suprimir uma ação que possa prejudicar seu interesse pessoal.
- Aventureiro: Nunca consulta a realidade na qual vai buscar a ação.
- Autosuficiente: Tem respostas para tudo, não discute, não tem dúvidas, não anota nada.
Mecanismos para combater os vícios das formas artesanais de trabalho:
- Vigilância: Deve ser praticada através da crítica, objetiva manter a unidade e a disciplina dos grupos.
- Crítica: Permite capacitar as pessoas, harmonizar a ação das organizações, objetivando alcançar maior rendimento no trabalho.
- Reunião: Mecanismo pelo qual se exercita o trabalho coletivo.
Preparação para a reunião:
O coordenador estabelece:
- Data
- Horário
- Local
- Pauta
- Convocatória
- Elabora informativo com balanço crítico
- Esboça o plano de trabalho.
Realização:
- Definição de coordenador, do secretário, e do cronometrista.
- Leitura e aprovação do IBC
- Discurssão e aprovação do IBC
- Elaboração do plano de trabalho( definição das atividades, distribuição das atividades e controle).
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Implantação e Manejo de Sistemas Agroecológicos Sustentáveis
- Como implementar um sistema sustentável: Para criar sistemas sustentáveis deve-se buscar o que é mais adequado para cada situação e para cada região.
Plantar o que melhor prospera naquele local, naquele momento, fazer tudo para aumentar a vida e a qualidade do sistema.
Deve-se aproveitar todas as plantas naturais.No avanço aparecerá alguns matos e ervas, mas o melhor jeito de manejá-las é arrancando-as com as raízes e implantar consórcios que possibilitam a cobertura intensiva do solo.
Usando a enchada deixa-se raízes que voltam a proliferar.Elas só aparecem quando a cobertura do solo não está suficiente para inibir o seu aparecimento ou a fertilidade do solo está baixa, pois essa situação propicia o desenvolvimento de ervas colonizadoras.
Da mesma forma quando aparecer pragas e doenças, que são indicadores dos erros e combater as ervas.
- O uso da sucessão vegetal:
A sucessão das espécies é a estratégia utilizada pela natureza para continuar viva no tempo e no espaço.
A sucessão vegetal é o caminho encontrado pela natureza para também aumentar a cobertura vegetal.
Primeiro aparecem pequenas plantinhas que cumprem a função de colonizar o ambiente, são as colonizadoras.Depois aparecem as plantas pioneiras, que já são herbáceas, arbustos ou árvores que criam condições para o aparecimento das plantas secundárias, que já são árvores bem desenvolvidas.
Por último, aparecem as espécies de clímax que duram dezenas de anos.
É a sucessão vegetal que pode naturalmente aumentar a biodiversidade e ajudar a melhorar a fertilidade do solo degradado.
- O plantio consorciado denso:
Uma forma de implementar e acelerar a sucessão vegetal é plantando de forma adensada.Para isso usa-se o plantio consolidado denso que consiste no plantio no mesmo tempo e espaço do maior número de plantas e espécies diferentes e de todos os estágios da sucessão vegetal.
Respeita-se o espaçamento tradicional somente entre plantas da mesma espécie.Entre espécies diferentes planta-se o mais denso possível.
Para melhorar a fertilidade do solo tem-se que aumentar o número e a variedade de plantas encima dele.
Deve-se ter o cuidado para que as combinações de espécies siga adequada em relação ao seu ciclo de desenvolvimento e ao seu comportamento de crescimento.
Deve-se combinar as plantas que tem ciclos e crescimento diferenciados.
Como Fazer:
Ao variar um plantio faz-se o roço das ervas envelhecidas, podam-se as árvores maduras e implanta o plantio consorciado denso.Introduz-se as plantas disponíveis e mais resistentes com variadas utilidades: para a produção de alimentos diversos,material abundante para cobrir o solo, plantas medicinais, ração para animais, madeiras para construções e que também ajudem as lavouras que se está cultivando.
Deve-se buscar as melhores combinações entre espécies plantadas e plantas nativas do lugar.Busca-se aumentar a diversidade e a quantidade de espécies na área.
Como fazer a poda:
A poda consiste no corte e repicagem do mato fino, dos arbustos e galhos de árvores que possam retardar o desenvolvimento da sucessão.Em geral poda-se essas plantas que já cumpriram com sua função dentro do sistema ou quando se quer abrir espaço para o desenvolvimento de plantas que devem ser prioridade. Cada planta deve ter um cuidado especial ao ser podada.
Como fazer capina seletiva:
A capina seletiva consiste em retirar seletivamente plantas colonizadoras, também chamadas de ervas daninhas, que já cumpriram sua função.
O objetivo da capina seletiva e de podação são:
- Produzir cobertura para 0o solo para aumentar matéria orgânica no chão para proteger o solo o que resulta em um aumento de vida no mesmo, indiretamente melhorando o PH e a estrutura do solo, deixando-o mais fofo.
Aumentar temporariamente a penetração de luz, para favorecer as plantas do futuro.
Aumentar a capacidade de reter água que cai da chuva no solo.
Rejuvenecimento das plantas e do sistema, proporcionar menor brotação das plantas podadas e melhorar a saúde de todas as plantas.
Plantar o que melhor prospera naquele local, naquele momento, fazer tudo para aumentar a vida e a qualidade do sistema.
Deve-se aproveitar todas as plantas naturais.No avanço aparecerá alguns matos e ervas, mas o melhor jeito de manejá-las é arrancando-as com as raízes e implantar consórcios que possibilitam a cobertura intensiva do solo.
Usando a enchada deixa-se raízes que voltam a proliferar.Elas só aparecem quando a cobertura do solo não está suficiente para inibir o seu aparecimento ou a fertilidade do solo está baixa, pois essa situação propicia o desenvolvimento de ervas colonizadoras.
Da mesma forma quando aparecer pragas e doenças, que são indicadores dos erros e combater as ervas.
- O uso da sucessão vegetal:
A sucessão das espécies é a estratégia utilizada pela natureza para continuar viva no tempo e no espaço.
A sucessão vegetal é o caminho encontrado pela natureza para também aumentar a cobertura vegetal.
Primeiro aparecem pequenas plantinhas que cumprem a função de colonizar o ambiente, são as colonizadoras.Depois aparecem as plantas pioneiras, que já são herbáceas, arbustos ou árvores que criam condições para o aparecimento das plantas secundárias, que já são árvores bem desenvolvidas.
Por último, aparecem as espécies de clímax que duram dezenas de anos.
É a sucessão vegetal que pode naturalmente aumentar a biodiversidade e ajudar a melhorar a fertilidade do solo degradado.
- O plantio consorciado denso:
Uma forma de implementar e acelerar a sucessão vegetal é plantando de forma adensada.Para isso usa-se o plantio consolidado denso que consiste no plantio no mesmo tempo e espaço do maior número de plantas e espécies diferentes e de todos os estágios da sucessão vegetal.
Respeita-se o espaçamento tradicional somente entre plantas da mesma espécie.Entre espécies diferentes planta-se o mais denso possível.
Para melhorar a fertilidade do solo tem-se que aumentar o número e a variedade de plantas encima dele.
Deve-se ter o cuidado para que as combinações de espécies siga adequada em relação ao seu ciclo de desenvolvimento e ao seu comportamento de crescimento.
Deve-se combinar as plantas que tem ciclos e crescimento diferenciados.
Como Fazer:
Ao variar um plantio faz-se o roço das ervas envelhecidas, podam-se as árvores maduras e implanta o plantio consorciado denso.Introduz-se as plantas disponíveis e mais resistentes com variadas utilidades: para a produção de alimentos diversos,material abundante para cobrir o solo, plantas medicinais, ração para animais, madeiras para construções e que também ajudem as lavouras que se está cultivando.
Deve-se buscar as melhores combinações entre espécies plantadas e plantas nativas do lugar.Busca-se aumentar a diversidade e a quantidade de espécies na área.
Como fazer a poda:
A poda consiste no corte e repicagem do mato fino, dos arbustos e galhos de árvores que possam retardar o desenvolvimento da sucessão.Em geral poda-se essas plantas que já cumpriram com sua função dentro do sistema ou quando se quer abrir espaço para o desenvolvimento de plantas que devem ser prioridade. Cada planta deve ter um cuidado especial ao ser podada.
Como fazer capina seletiva:
A capina seletiva consiste em retirar seletivamente plantas colonizadoras, também chamadas de ervas daninhas, que já cumpriram sua função.
O objetivo da capina seletiva e de podação são:
- Produzir cobertura para 0o solo para aumentar matéria orgânica no chão para proteger o solo o que resulta em um aumento de vida no mesmo, indiretamente melhorando o PH e a estrutura do solo, deixando-o mais fofo.
Aumentar temporariamente a penetração de luz, para favorecer as plantas do futuro.
Aumentar a capacidade de reter água que cai da chuva no solo.
Rejuvenecimento das plantas e do sistema, proporcionar menor brotação das plantas podadas e melhorar a saúde de todas as plantas.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Agroecologia:Conhecimento e base de conhecimento
Definição do conceito de agroecologia: Ciência que apresenta uma série de princípios, conceitos e metodologias para estudar, analisar, manejar, desenhar e avaliar agroecossistemas.(Miguel A.Altieri)
Aplicação de conceitos e princípios ecológicos no manejo e desenho de ecossistemas sustentáveis.
Conceitos de Agroecologia:
- Disciplina científica que aproxima o estudo da agricultura em uma perspectiva ecológica.
- Estrutura teórica destinada a compreender os processos agrícolas de forma ampliada.
- Estuda os sistemas agrícolas de maneira mais ampla, como sistemas de vida, unidade de produção e de vida.
- Busca a otimização de um agroecossistema.
- Interação entre pessoas, cultura e natureza.
Promove o manejo ecológico dos recursos naturais, através de formas de ação social coletiva que apresentam alternativas a atual crise da modernidade,mediante propostas de desenvolvimento participativo desde os âmbitos da produção e da circulação alternativa de seus produtos, pretendendo estabelecer formas de produção e consumo que contribuam para encarar a crise ecológica e social e,deste modo, restaurar o curso alterado da coevolução social e ecológica(Eduardo Seville Guzman).
(Re)significação da relação homem-natureza(Jorge Tavares-2008).
Evolução do Pensamento Agroecológico:
- Uso do termo origina-se na década de 70,mas enquanto prática é tão antiga quanto a agricultura(resgate histórico).
- A priori de estudos de sistemas e produção de vida de culturas tradicionais.
- Da critica aos modelos convencionais.
(Re)Valorização dos conhecimentos da cultura agrícola:
- Muitos desses conhecimentos foram perdidos com a destruição da culturas, práticas, conhecimentos,estratégias, rituais, cultos de povos tradicionais.
- Ascenção do pensamento cartesiano, mecanicista, industrial, urbanos.
- Extermínio, escravidão dos povos.
- Subordinação da agrocultura a outros interesses de outros setores econômicos.
- Substituição da relação orgânica, viva com a natureza por uma relação utilitarista, imediatista, expropriadora, sem ética, destrutível, incoerente, ilusória.
- Construção do preconceito, depreciação,ridicularização da cultura rural.
* Resurgimento da Agroecologia:
- A partir dos estudos das culturas tradicionais;
- Ascenção da visão ecológica:sistemas,inter-relações;
- Perspectivas sociais:agroecossistemas formado por pessoas,famílias,comunidades,indo além dos fatores biológicos,ambientais;
- Os fatores sociais como importante aspecto de análise.
Histórico da Agroecologia:
Ano Autor Título
1928 K.Klages Ecologia e Geografia ecológica
de culturas no currículo
agroeconômico.
1938 J.Papadakis Compêndio de ecologia de
cultivos.
1939 H.Hanson Ecologia na Agricultura a
1942 K. Klages A geografia no cultivo ecológico.
1956 G.Azzi Ecologia Agrícola.
1962 C.P.Wilsie Adaptação e distribuição
de cultivos.
1965 W.Tischler Agrarokologie.
1973 D.H.Jansen Agroecossistemas Tropicais.
1974 J.Harper A necessidade de um enfoque
em agroecossistemas.
1976 INTECOL Relatório de um programa
internacional para a análise
de agroecossistemas.
1977 O.L.Locks A emergência de pesquisa sobre
ecossistemas.
1978 S.Glessaman Memórias del seminário
regional sobre la
agricultura tradicional.
1979 R.D.Hart;G.Cox; Agroecossistemas:conceitos
básicos
1979 M.Atkis Ecologia Agricola:Uma análise
de sistemas mundiais de
produção de alimentos.
1981 S.Gliessman; A base ecológica para aplicação
R.Garcia; de tecnologia agricola tradicional
no manejo de agroecossistemas
tropicais.
1983 M.Altieri Agroecologia:bases científicas
da agricultura alternativa.
1984 R.Lowrance;B.Stinner Ecossistemas Agrícolas
1984 G.House;G.Douglas Unificando Conceitos:a sustentabilidade
agrícola em uma ordem mundial em
transformação.
Transição Agroecológica:
Processo gradual de mudança, através do tempo, nas formas de manejo dos agroecossistemas, tendo-se como meta a passagem de um modelo agro químico (ou outro degradador) à tipos de agriculturas que incorporam princípios,métodos e técnologias de base ecológica.
Trata-se de um processo contínuo, multidisciplinar e crescente no tempo, mas sem ter um momento final determinado.
Implica não somente a busca de maior racionalização produtiva com base nas especificidades biofísicas de cada ecossistema, mas também uma mudança nas atitudes e valores dos atores sociais em relação ao manejo e conservação dos recursos.
Por incluir orientações e princípios de natureza multidimensional, incorpora o conhecimento local, mas não dispensa o progresso técnico e o avanço do conhecimento científico.
Níveis de Transição Agroecológica:
- Aumento da eficiência das práticas convencionais para reduzir imputs.
- Substituição de insumos e práticas convencionais por "alternativas".
- Redesenho de agroecossistema para que funcionem com base num novo conjunto de processos ecológicos e sociais.
Processos Ecológicos:
- Energéticos
- Hidrológicos
- Biogeoquímicos
- Sucessionais
- De regulação biótica
Níveis de Regulação do Ecossistema:
Ecossistema ---------- A unidade produtiva na microbalização
Comunidade ----------- Policultura de plantas intercaladas e outros organismos
População ------------ Monocultura
Organismo ------------- Planta cultivada individual
Agroecossistema Sustentável:
Desafio: Alcançar caracteristicas semelhantes ás de ecossistemas naturais,mantendo uma produção a ser colhida.
Fluxo de Energia:Depender menos de recursos não renováveis.
Ciclo de Nutrientes:"Fechado" tanto quanto possível.
Sucessão: Convívio de plantas espontâneas.
Aplicação de conceitos e princípios ecológicos no manejo e desenho de ecossistemas sustentáveis.
Conceitos de Agroecologia:
- Disciplina científica que aproxima o estudo da agricultura em uma perspectiva ecológica.
- Estrutura teórica destinada a compreender os processos agrícolas de forma ampliada.
- Estuda os sistemas agrícolas de maneira mais ampla, como sistemas de vida, unidade de produção e de vida.
- Busca a otimização de um agroecossistema.
- Interação entre pessoas, cultura e natureza.
Promove o manejo ecológico dos recursos naturais, através de formas de ação social coletiva que apresentam alternativas a atual crise da modernidade,mediante propostas de desenvolvimento participativo desde os âmbitos da produção e da circulação alternativa de seus produtos, pretendendo estabelecer formas de produção e consumo que contribuam para encarar a crise ecológica e social e,deste modo, restaurar o curso alterado da coevolução social e ecológica(Eduardo Seville Guzman).
(Re)significação da relação homem-natureza(Jorge Tavares-2008).
Evolução do Pensamento Agroecológico:
- Uso do termo origina-se na década de 70,mas enquanto prática é tão antiga quanto a agricultura(resgate histórico).
- A priori de estudos de sistemas e produção de vida de culturas tradicionais.
- Da critica aos modelos convencionais.
(Re)Valorização dos conhecimentos da cultura agrícola:
- Muitos desses conhecimentos foram perdidos com a destruição da culturas, práticas, conhecimentos,estratégias, rituais, cultos de povos tradicionais.
- Ascenção do pensamento cartesiano, mecanicista, industrial, urbanos.
- Extermínio, escravidão dos povos.
- Subordinação da agrocultura a outros interesses de outros setores econômicos.
- Substituição da relação orgânica, viva com a natureza por uma relação utilitarista, imediatista, expropriadora, sem ética, destrutível, incoerente, ilusória.
- Construção do preconceito, depreciação,ridicularização da cultura rural.
* Resurgimento da Agroecologia:
- A partir dos estudos das culturas tradicionais;
- Ascenção da visão ecológica:sistemas,inter-relações;
- Perspectivas sociais:agroecossistemas formado por pessoas,famílias,comunidades,indo além dos fatores biológicos,ambientais;
- Os fatores sociais como importante aspecto de análise.
Histórico da Agroecologia:
Ano Autor Título
1928 K.Klages Ecologia e Geografia ecológica
de culturas no currículo
agroeconômico.
1938 J.Papadakis Compêndio de ecologia de
cultivos.
1939 H.Hanson Ecologia na Agricultura a
1942 K. Klages A geografia no cultivo ecológico.
1956 G.Azzi Ecologia Agrícola.
1962 C.P.Wilsie Adaptação e distribuição
de cultivos.
1965 W.Tischler Agrarokologie.
1973 D.H.Jansen Agroecossistemas Tropicais.
1974 J.Harper A necessidade de um enfoque
em agroecossistemas.
1976 INTECOL Relatório de um programa
internacional para a análise
de agroecossistemas.
1977 O.L.Locks A emergência de pesquisa sobre
ecossistemas.
1978 S.Glessaman Memórias del seminário
regional sobre la
agricultura tradicional.
1979 R.D.Hart;G.Cox; Agroecossistemas:conceitos
básicos
1979 M.Atkis Ecologia Agricola:Uma análise
de sistemas mundiais de
produção de alimentos.
1981 S.Gliessman; A base ecológica para aplicação
R.Garcia; de tecnologia agricola tradicional
no manejo de agroecossistemas
tropicais.
1983 M.Altieri Agroecologia:bases científicas
da agricultura alternativa.
1984 R.Lowrance;B.Stinner Ecossistemas Agrícolas
1984 G.House;G.Douglas Unificando Conceitos:a sustentabilidade
agrícola em uma ordem mundial em
transformação.
Transição Agroecológica:
Processo gradual de mudança, através do tempo, nas formas de manejo dos agroecossistemas, tendo-se como meta a passagem de um modelo agro químico (ou outro degradador) à tipos de agriculturas que incorporam princípios,métodos e técnologias de base ecológica.
Trata-se de um processo contínuo, multidisciplinar e crescente no tempo, mas sem ter um momento final determinado.
Implica não somente a busca de maior racionalização produtiva com base nas especificidades biofísicas de cada ecossistema, mas também uma mudança nas atitudes e valores dos atores sociais em relação ao manejo e conservação dos recursos.
Por incluir orientações e princípios de natureza multidimensional, incorpora o conhecimento local, mas não dispensa o progresso técnico e o avanço do conhecimento científico.
Níveis de Transição Agroecológica:
- Aumento da eficiência das práticas convencionais para reduzir imputs.
- Substituição de insumos e práticas convencionais por "alternativas".
- Redesenho de agroecossistema para que funcionem com base num novo conjunto de processos ecológicos e sociais.
Processos Ecológicos:
- Energéticos
- Hidrológicos
- Biogeoquímicos
- Sucessionais
- De regulação biótica
Níveis de Regulação do Ecossistema:
Ecossistema ---------- A unidade produtiva na microbalização
Comunidade ----------- Policultura de plantas intercaladas e outros organismos
População ------------ Monocultura
Organismo ------------- Planta cultivada individual
Agroecossistema Sustentável:
Desafio: Alcançar caracteristicas semelhantes ás de ecossistemas naturais,mantendo uma produção a ser colhida.
Fluxo de Energia:Depender menos de recursos não renováveis.
Ciclo de Nutrientes:"Fechado" tanto quanto possível.
Sucessão: Convívio de plantas espontâneas.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE
A Lei 11.497/09 dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar, o Programa Dinheiro Direto na Escola e outras providências.
Resolução CD/FNDE Nº 38 de 16/07/09: Dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da atenção básica no PNAE.
Resolução CD/FNDE Nº 67 de 28/12/09 altera o valor per capita para a oferta da alimentação escolar no PNAE.
Outras resoluções pertinentes: MDA,ANVISA,MAPA,etc..
Objetivo: Crescimento e desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos alunos por meio de ações da educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram suas necessidades nutricionais durante o período letivo.
Diretrizes:
- Universalidade da atendimento à rede pública
- Participação da comunidade no controle social
- Apoio ao desenvolvimento sustentável, com incentivos à aquisição local, preferencialmente da agricultura familiar, priorizando as comunidades tradicionais indígenas e de remanescentes de quilombos.
Participação da Agricultura Familiar:
- Lei nº 11.947/09 art.14: do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no minímo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do emprendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os assentamentos da Reforma Agrária, as Comunidades Tradicionais Indígenas e Comunidades Quilombolas.
Beneficiários:
- Alunos da rede pública, filantrópica, e conveniada da Educação Básica(creches,pré-escolas,ensino fundamental,médio, EJA).
- Agricultores familiares e empreendedores familiares rurais; conforme a Lei 11.326/06 detentores de DAP e organizados em grupos formais e/ou informais.
*Grupos Formais: Cooperativas, associações e empreendimentos familiares rurais, com personalidade jurídica - CNPS.
* Grupos Informais:
- Conjunto de agricultores familiares com DAP que se organizem para atender ao PNAE, mas sem organização jurídica própria.
- Significam o início da organização produtiva que poderá avançar para uma cooperativa.
- Tal dinâmica já é conhecida pelo PAA.
- Tem o teto de vender restrito a 100 mil por grupo por ano civil.
- Todos os agricultores familiares do grupo assinam o projeto de vender e contrato de funcionamento.
Entidade Articuladora:
- Os grupos informais deverão ser assistidos por uma entidade articuladora(E.A).
São reconhecidos como E.A:
- Entidades di SIBRATER, STTR,emissoras de DAP,SINTRAF.
São papéis da E.A:
- Cadastrar o grupo junto a E.A;
- Comunicar a existência do grupo informal ao CAE;
- Auxiliar a elaboração do projeto de venda do grupo.
Não compete a E.A:
- Responsabilidade jurídica e prestação de contas
- Receber remuneração pelo serviço de assessoramento.
Príncipios das Aquisições da Agricultura Familiar:
- Dispensa no processo da licitação;
- Preços compatíveis com o mercado local;
- Prioridade à produção local, posteriormente regional, territorial, estadual e nacional.
- Prioridade nos generos da safra do ano, de entrega do produto à escola;
- Prioridade aos alimentos orgânicos e/ou agroecológicos;
- Consideração a sazonalidade e peculiaridade da produção agrícola familiar;
- Partir do cardápio planejado pelo nutricionista.
Os fornecedores de alimentos fornecidos pelo PNAE devem:
- Atender a legislação pertinente da ANVISA e MAPA;
- Ser submetidos a teste de aceitabilidade quanto a sua introdução no cardápio escolar.
A entidade executora dispensará as compras dos alimentos da Agricultura Familiar quando houver:
- Impossibilidade de emissão do documento fiscal correspondente ou;
- Inviabilidade de fornecimento regular e constante dos gêneros alimentícios ou;
- Condições higienico-sanitárias inadequadas.
Processo das Aquisições da Agricultura Familiar:
1.Elaboração do cardápio;
2.Realização da chamada pública;
3.Apresentação do projeto de renda;
4.Execução do contrato.
Cardápio:
- Os cardápios devem ser elaborados antes do início do início de cada exercício financeiro do PNAE;
- Devem ser submetidos ao CAE;
- Devem atender aos hábitos e costumes alimentares locais, devem conter três porções de frutas e/ou hortaliças por semana.
Chamada Pública:
É um processo simplificado de licitação exclusivo para as aquisições da Agricultura Familiar.
Deve subsidiar os projetos de venda das organizações dos agricultores familiares, no minímo deve conter:
- Produtos a serem adequados com a respectiva quantidade, local, período e frequência de entregas e o preço de referência;
- Previsão da amostragem;
- Documentação necessária para habilitação;
- Forma de seleção;
- Minuta do contrato;
- Cronograma das etapas da chamada.
Preços dos alimentos da Agricultura Familiar, devem atender:
1. Os preços praticados pelo PAA;
2. Preços do varejo,atacado ou licitações vigentes conforme valores da chamada publica;
3. Nunca serem inferiores aos preços do PGPAF.
Projeto de Venda:
Forma pela qual os agricultores familiares organizados em grupo informal, em cooperativa, associação ou agroindustria familiar apresentam-se para atender a chamada pública.
Os projetos devem:
- Identificar o grupo fornecedor, seus agricultores, sua entidade articuladora, no caso dos informais, e a entidade executora que receberá os produtos;
- Identificar os produtos com quantidade e preço, distribuido por agricultor e totalizando no grupo;
- Descrever a forma da entrega dos produtos.
Documentos Necessários:
- Grupos Informais:
* Formulários Próprios
* CPF
* DAP Principal ou Extrato
-Grupos Formais:
* CNPS
* Certidões negativas junto ao INSS, FGTS, RF e DAU
* Projeto de Venda
* Cooperativas e Associações: DAO jurídica, estatuto, e ata de posse
* Empreendimentos familiares rurais: contrato social registrado, prova de atendimento em requisitos previstos em lei especial quando for o caso.
Seleção de projetos:
Entre os critérios estão os normativos legais:
- Origem dos grupos proponentes:
1º Município
2º Região
3º Território Rural
4º Estado
5º País
Forma de organização produtiva dos grupos:
- Formal
- Informal
Contrato do PNAE:
É a formalização da intenção da agricultura familiar em fornecer e da entidade executora em adquirir os gêneros alimentícios para o PNAE nas condições nele estabelecidas;
- Contratos partem do princípio que "combinado não sai caro";
- O anexo IV da Resolução CD/FNDE 38/209 apresenta uma minuta do contrato a ser celebrado pela agricultura familiar no PNAE. Que traz partes importantes da resolução, sua respectiva Chamada Pública, e Projeto de venda.
- Identificação das partes:Entidade executora e Grupo fornecedor;
- Objeto do Contrato: Compra e venda de alimentos;
- Limite individual de R$ 9.000,00/DAP - Física e a obrigação do Grupo formal ou da Entidade articuladora.
- Logística de entrega,quando de venda individual,forma de pagamento;
- Reforço de que no valor consultado já constam todas as despesas iniciantes do processo, inclusive frete e tributos;
- Condições de modificação/recisão e multas contratuais.
Dinâmica da Organização da Agricultura Familiar:
* Principais desafios:
1. Frete
2. Nota Fiscal
3. Definição dos Produtos da Agricultura Familiar
4. Resistência de algumas entidades executoras
CAE-Conselho de Alimentação Escolar:
- Colegiado permanente, fiscalizador, deliberativo e de assessoramento;
- No âmbito dos municípios,estados,e distrito federal;
- Mandato de quatro anos;
- Representantes:
1 do executivo
2 das escolas
2 dos pais
2 da sociedade civil organizada
Entidades executoras com mais de cem escolas podem ampliar seu CAE em até três vezes.
Funções do CAE:
- Acompanhar e fiscalizar o cumprimento dos principios e diretrizes do PNAE;
- Acompanhar e fiscalizar a aplicação dos recursos destinados à alimentação escolar;
- Zelar pela qualidade dos alimentos, em especial quanto às condições higiênicas, bem como a caeitabilidade dos cardápios oferecidos;
- Receber reltório anual de gestão do PNAE e emitir parecer conclusivo acerca da aprovação ou não do programa.
Resolução CD/FNDE Nº 38 de 16/07/09: Dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da atenção básica no PNAE.
Resolução CD/FNDE Nº 67 de 28/12/09 altera o valor per capita para a oferta da alimentação escolar no PNAE.
Outras resoluções pertinentes: MDA,ANVISA,MAPA,etc..
Objetivo: Crescimento e desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos alunos por meio de ações da educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram suas necessidades nutricionais durante o período letivo.
Diretrizes:
- Universalidade da atendimento à rede pública
- Participação da comunidade no controle social
- Apoio ao desenvolvimento sustentável, com incentivos à aquisição local, preferencialmente da agricultura familiar, priorizando as comunidades tradicionais indígenas e de remanescentes de quilombos.
Participação da Agricultura Familiar:
- Lei nº 11.947/09 art.14: do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no minímo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do emprendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os assentamentos da Reforma Agrária, as Comunidades Tradicionais Indígenas e Comunidades Quilombolas.
Beneficiários:
- Alunos da rede pública, filantrópica, e conveniada da Educação Básica(creches,pré-escolas,ensino fundamental,médio, EJA).
- Agricultores familiares e empreendedores familiares rurais; conforme a Lei 11.326/06 detentores de DAP e organizados em grupos formais e/ou informais.
*Grupos Formais: Cooperativas, associações e empreendimentos familiares rurais, com personalidade jurídica - CNPS.
* Grupos Informais:
- Conjunto de agricultores familiares com DAP que se organizem para atender ao PNAE, mas sem organização jurídica própria.
- Significam o início da organização produtiva que poderá avançar para uma cooperativa.
- Tal dinâmica já é conhecida pelo PAA.
- Tem o teto de vender restrito a 100 mil por grupo por ano civil.
- Todos os agricultores familiares do grupo assinam o projeto de vender e contrato de funcionamento.
Entidade Articuladora:
- Os grupos informais deverão ser assistidos por uma entidade articuladora(E.A).
São reconhecidos como E.A:
- Entidades di SIBRATER, STTR,emissoras de DAP,SINTRAF.
São papéis da E.A:
- Cadastrar o grupo junto a E.A;
- Comunicar a existência do grupo informal ao CAE;
- Auxiliar a elaboração do projeto de venda do grupo.
Não compete a E.A:
- Responsabilidade jurídica e prestação de contas
- Receber remuneração pelo serviço de assessoramento.
Príncipios das Aquisições da Agricultura Familiar:
- Dispensa no processo da licitação;
- Preços compatíveis com o mercado local;
- Prioridade à produção local, posteriormente regional, territorial, estadual e nacional.
- Prioridade nos generos da safra do ano, de entrega do produto à escola;
- Prioridade aos alimentos orgânicos e/ou agroecológicos;
- Consideração a sazonalidade e peculiaridade da produção agrícola familiar;
- Partir do cardápio planejado pelo nutricionista.
Os fornecedores de alimentos fornecidos pelo PNAE devem:
- Atender a legislação pertinente da ANVISA e MAPA;
- Ser submetidos a teste de aceitabilidade quanto a sua introdução no cardápio escolar.
A entidade executora dispensará as compras dos alimentos da Agricultura Familiar quando houver:
- Impossibilidade de emissão do documento fiscal correspondente ou;
- Inviabilidade de fornecimento regular e constante dos gêneros alimentícios ou;
- Condições higienico-sanitárias inadequadas.
Processo das Aquisições da Agricultura Familiar:
1.Elaboração do cardápio;
2.Realização da chamada pública;
3.Apresentação do projeto de renda;
4.Execução do contrato.
Cardápio:
- Os cardápios devem ser elaborados antes do início do início de cada exercício financeiro do PNAE;
- Devem ser submetidos ao CAE;
- Devem atender aos hábitos e costumes alimentares locais, devem conter três porções de frutas e/ou hortaliças por semana.
Chamada Pública:
É um processo simplificado de licitação exclusivo para as aquisições da Agricultura Familiar.
Deve subsidiar os projetos de venda das organizações dos agricultores familiares, no minímo deve conter:
- Produtos a serem adequados com a respectiva quantidade, local, período e frequência de entregas e o preço de referência;
- Previsão da amostragem;
- Documentação necessária para habilitação;
- Forma de seleção;
- Minuta do contrato;
- Cronograma das etapas da chamada.
Preços dos alimentos da Agricultura Familiar, devem atender:
1. Os preços praticados pelo PAA;
2. Preços do varejo,atacado ou licitações vigentes conforme valores da chamada publica;
3. Nunca serem inferiores aos preços do PGPAF.
Projeto de Venda:
Forma pela qual os agricultores familiares organizados em grupo informal, em cooperativa, associação ou agroindustria familiar apresentam-se para atender a chamada pública.
Os projetos devem:
- Identificar o grupo fornecedor, seus agricultores, sua entidade articuladora, no caso dos informais, e a entidade executora que receberá os produtos;
- Identificar os produtos com quantidade e preço, distribuido por agricultor e totalizando no grupo;
- Descrever a forma da entrega dos produtos.
Documentos Necessários:
- Grupos Informais:
* Formulários Próprios
* CPF
* DAP Principal ou Extrato
-Grupos Formais:
* CNPS
* Certidões negativas junto ao INSS, FGTS, RF e DAU
* Projeto de Venda
* Cooperativas e Associações: DAO jurídica, estatuto, e ata de posse
* Empreendimentos familiares rurais: contrato social registrado, prova de atendimento em requisitos previstos em lei especial quando for o caso.
Seleção de projetos:
Entre os critérios estão os normativos legais:
- Origem dos grupos proponentes:
1º Município
2º Região
3º Território Rural
4º Estado
5º País
Forma de organização produtiva dos grupos:
- Formal
- Informal
Contrato do PNAE:
É a formalização da intenção da agricultura familiar em fornecer e da entidade executora em adquirir os gêneros alimentícios para o PNAE nas condições nele estabelecidas;
- Contratos partem do princípio que "combinado não sai caro";
- O anexo IV da Resolução CD/FNDE 38/209 apresenta uma minuta do contrato a ser celebrado pela agricultura familiar no PNAE. Que traz partes importantes da resolução, sua respectiva Chamada Pública, e Projeto de venda.
- Identificação das partes:Entidade executora e Grupo fornecedor;
- Objeto do Contrato: Compra e venda de alimentos;
- Limite individual de R$ 9.000,00/DAP - Física e a obrigação do Grupo formal ou da Entidade articuladora.
- Logística de entrega,quando de venda individual,forma de pagamento;
- Reforço de que no valor consultado já constam todas as despesas iniciantes do processo, inclusive frete e tributos;
- Condições de modificação/recisão e multas contratuais.
Dinâmica da Organização da Agricultura Familiar:
* Principais desafios:
1. Frete
2. Nota Fiscal
3. Definição dos Produtos da Agricultura Familiar
4. Resistência de algumas entidades executoras
CAE-Conselho de Alimentação Escolar:
- Colegiado permanente, fiscalizador, deliberativo e de assessoramento;
- No âmbito dos municípios,estados,e distrito federal;
- Mandato de quatro anos;
- Representantes:
1 do executivo
2 das escolas
2 dos pais
2 da sociedade civil organizada
Entidades executoras com mais de cem escolas podem ampliar seu CAE em até três vezes.
Funções do CAE:
- Acompanhar e fiscalizar o cumprimento dos principios e diretrizes do PNAE;
- Acompanhar e fiscalizar a aplicação dos recursos destinados à alimentação escolar;
- Zelar pela qualidade dos alimentos, em especial quanto às condições higiênicas, bem como a caeitabilidade dos cardápios oferecidos;
- Receber reltório anual de gestão do PNAE e emitir parecer conclusivo acerca da aprovação ou não do programa.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Elementos da Permacultura
Permacultura: Método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana(jardins, vilas aldeias, e comunidades)ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.Foi criada por Bill Mollison e David Holingren na década de 70.
É a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser inseridos para projetar, criar, gerir, e melhorar todos os esforços realizados por pessoas, famílias e comunidades, no sentido de um futuro sustentável.
- Aprimoramento das estratégias:
* Diminuição da dependência
* Geração de capacidades
* Ampliação da segurança: procedência, processos de fabricação, acesso fácil, etc.
* Melhoria da auto-estima
* Fortalecimento do projeto familiar
Do projeto vem a estratégia(observar e criar através da natureza) e inúmeras técnicas,que podem ser criadas em situações similares ou enrriquecidas no local, para planejar a sustentabilidade de quintais, sítios ou comunidades, como ecovilas, bairros assentamentos.
O design da permacultura é um sistema para integrar componentes conceituais,materiais e estratégicos em propostas que podem beneficiar a vida de todas as suas formas.
A permacultura trata as plantas, construções, infraestrutura(água, energia, comunicação)sendo todos como parte de um grande sistema intrisecamente relacionado.
- A permacultura nos permite trabalhar:
* Planejamento para o declínio energético
* Leitura de paisagem
* Aperfeiçoamento das nossas estratégias pessoais,familiar,comunitária,planetária.
* Planejamento com os animais
* Criar novas formas de energia renovável
* Criar uma arquitetura sustentável
* Trabalhar com água, reciclando, filtrando,captando e armazenando.
- Valores morais ou Códigos de comportamento da Permacultura:
* Cuidado com a terra
* Cuidado com as pessoas
* Distribuição de excedentes
* Regulação do consumo
- Planejamento por Zonas:
O posicionamento dos elementos nas zonas é estabelecido em função da energia necessária para manter este elemento produtivamente
- O zoneamento é decidido a partir de:
1- Número de vezes que você precisar visitar o elemento(planta, animal ou estrutura) para colheita ou retirada da produção.
2- Número de vezes que elemento necessita de visitas.
As zonas se referem ao método que os permacultores utilizam para posicionar os diversos elementos no sítio, para alcançar o máximo benefício como o mínimo trabalho, reciclagem de recursos, alta produtividade e baixa manutenção.
Cada zona tem caracteristicas especiais que são resultantes das seguintes questões:
1- Qual a produtividade da zona?
2- Quanta energia, água e outros recursos requer?
3- Com que frequência ele necessita de sua atenção?
Zona Ocupação
O Casa
1 Auto suficiência doméstica:
horta, sementeira, cisterna, estufa.
2 Pequenos animais(patos,galinhas,pombos)
pequenas árvores frutíferas,viveiros,
galpões,lagos.
3 Plantação principal,forragem,açudes,
quebra-ventos,frutíferas de grande
porte, carneiros,gado.
4 Floresta,pastagem
5 Terra inculta, fora do sistema( madeira e caça)
também chamada de floresta natural.
Zoneamento: Pelo número de vezes que utiliza os elementos (zona 1 à 5)
Zona 0:Casa Mãe- Observar a linha chave do terreno.
Zona 1: Horta mandala, minhocário,, compostagem, espiral de árvores, sanitário, tanques.
Zona 2: Canteiros, pequenos animais, pomar,cerca viva,laguinhos.
Zona 3: Animais de pasto, colméias,carcas vivas,quebra-ventos, armazenamento de água, proteção contar fogo(acero).
Zona 4: Silvicultura (estudo dos métodos naturais e artificiais de regenerar e melhorar os povoamentos florestais com vistas a satisfazer as necessidades do mercado, e ao mesmo tempo, é ampliação desse estudo para a manutenção, aproveitamento e uso racional das florestas, poços, valas de infiltração, barragem, animais menores.
Zona 5: Corredores de vida silvestre, áreas de observação natural, reflorestamento, conservação,inspiração.
É a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser inseridos para projetar, criar, gerir, e melhorar todos os esforços realizados por pessoas, famílias e comunidades, no sentido de um futuro sustentável.
- Aprimoramento das estratégias:
* Diminuição da dependência
* Geração de capacidades
* Ampliação da segurança: procedência, processos de fabricação, acesso fácil, etc.
* Melhoria da auto-estima
* Fortalecimento do projeto familiar
Do projeto vem a estratégia(observar e criar através da natureza) e inúmeras técnicas,que podem ser criadas em situações similares ou enrriquecidas no local, para planejar a sustentabilidade de quintais, sítios ou comunidades, como ecovilas, bairros assentamentos.
O design da permacultura é um sistema para integrar componentes conceituais,materiais e estratégicos em propostas que podem beneficiar a vida de todas as suas formas.
A permacultura trata as plantas, construções, infraestrutura(água, energia, comunicação)sendo todos como parte de um grande sistema intrisecamente relacionado.
- A permacultura nos permite trabalhar:
* Planejamento para o declínio energético
* Leitura de paisagem
* Aperfeiçoamento das nossas estratégias pessoais,familiar,comunitária,planetária.
* Planejamento com os animais
* Criar novas formas de energia renovável
* Criar uma arquitetura sustentável
* Trabalhar com água, reciclando, filtrando,captando e armazenando.
- Valores morais ou Códigos de comportamento da Permacultura:
* Cuidado com a terra
* Cuidado com as pessoas
* Distribuição de excedentes
* Regulação do consumo
- Planejamento por Zonas:
O posicionamento dos elementos nas zonas é estabelecido em função da energia necessária para manter este elemento produtivamente
- O zoneamento é decidido a partir de:
1- Número de vezes que você precisar visitar o elemento(planta, animal ou estrutura) para colheita ou retirada da produção.
2- Número de vezes que elemento necessita de visitas.
As zonas se referem ao método que os permacultores utilizam para posicionar os diversos elementos no sítio, para alcançar o máximo benefício como o mínimo trabalho, reciclagem de recursos, alta produtividade e baixa manutenção.
Cada zona tem caracteristicas especiais que são resultantes das seguintes questões:
1- Qual a produtividade da zona?
2- Quanta energia, água e outros recursos requer?
3- Com que frequência ele necessita de sua atenção?
Zona Ocupação
O Casa
1 Auto suficiência doméstica:
horta, sementeira, cisterna, estufa.
2 Pequenos animais(patos,galinhas,pombos)
pequenas árvores frutíferas,viveiros,
galpões,lagos.
3 Plantação principal,forragem,açudes,
quebra-ventos,frutíferas de grande
porte, carneiros,gado.
4 Floresta,pastagem
5 Terra inculta, fora do sistema( madeira e caça)
também chamada de floresta natural.
Zoneamento: Pelo número de vezes que utiliza os elementos (zona 1 à 5)
Zona 0:Casa Mãe- Observar a linha chave do terreno.
Zona 1: Horta mandala, minhocário,, compostagem, espiral de árvores, sanitário, tanques.
Zona 2: Canteiros, pequenos animais, pomar,cerca viva,laguinhos.
Zona 3: Animais de pasto, colméias,carcas vivas,quebra-ventos, armazenamento de água, proteção contar fogo(acero).
Zona 4: Silvicultura (estudo dos métodos naturais e artificiais de regenerar e melhorar os povoamentos florestais com vistas a satisfazer as necessidades do mercado, e ao mesmo tempo, é ampliação desse estudo para a manutenção, aproveitamento e uso racional das florestas, poços, valas de infiltração, barragem, animais menores.
Zona 5: Corredores de vida silvestre, áreas de observação natural, reflorestamento, conservação,inspiração.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Capacitação em processo de cooperação e gestão empreendedora
Curso desenvolvido pelo Instituto Cidadania do Nordeste, que tem como objetivo a capacitação de jovens técnicos em agroeecologia para atuarem junto às comunidades rurais, no sentido de prestar assessoria técnica e social para a elaboração e acompanhamento de projetos de desenvolvimento sustentável
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